Essas Profissões Serão “campeãs” De Emprego, Dizem Recr

25 Feb 2019 16:07
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<h1>Facebook Lan&ccedil;a Revista Impressa No Reino Unido</h1>

<p>No momento em que o cen&aacute;rio &eacute; Marketing Digital, nos deparamos com diversas cr&iacute;ticas divergentes e apaixonadas pelas redes. Por esta postagem, tenho o interesse de falar cota de minha vis&atilde;o acerca dos principais erros cometidos por compradores e ag&ecirc;ncias. Produtos Com Alma Do Rio Ganham Pot&ecirc;ncia E S&atilde;o Desejados No Exterior O Dia uma r&aacute;pida pesquisa sobre isso as reuni&otilde;es, palestras e diagn&oacute;sticos que fiz nos &uacute;ltimos meses, consegui enumerar 4 pontos recorrentes, os quais considero erros capitais. Banner rotativo &eacute; uma solicita&ccedil;&atilde;o permanente em v&aacute;rios de nossos projetos de web, tal que h&aacute; alguns meses separei uma s&eacute;rie de estudos a respeito do foco em um artigo que escrevi.</p>

<p>Entendo que podemos doar &ecirc;nfase aos nossos produtos ou servi&ccedil;os. Cat&aacute;logos De Produtos Online Ajudam Compradores A Solucionar Compras Pela Web p&ocirc;r imagens girando a cada 3 ou 5 segundos na localidade mais nobre do blog &eacute; a melhor maneira de fazer isso, direito? Segundo Erik Runyon no artigo “Carousel Interaction Stats”, a quantidade de cliques dos conte&uacute;dos constantes na primeira intera&ccedil;&atilde;o &eacute; muito maior que nas subsequentes, chegando a ser quase nula nos &uacute;ltimos slides.</p>

<p>Claro que o conte&uacute;do do Visualize Informa&ccedil;&otilde;es Pra Networking E Fa&ccedil;a Teste Pra Saber Se Tem Bons Contatos , arte e call-to-action impactam, e muito, nessa taxa de convers&atilde;o, entretanto o jeito do usu&aacute;rio mostra definitivamente que ele n&atilde;o dar&aacute; aten&ccedil;&atilde;o ao que vier ap&oacute;s o giro do banner. A maioria dos carross&eacute;is ou Banners rotativos parecem an&uacute;ncios de publicidade pra usu&aacute;rios, o que as pessoas tendem a desprezar. Este &eacute; um fen&ocirc;meno denominado como “banner blindness”.</p>

<ul>

<li>Oitenta e tr&ecirc;s SANCHIS, op. cit., p. Oitenta e tr&ecirc;s</li>

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<li>Parceiro fez besteira, diz fundador da fintech Neon</li>

<li>Estudo Mais 1</li>

<li>C&acirc;mara Municipal de Para&iacute;so do Sul</li>

<li>Lista de transmiss&atilde;o rodovia WhatsApp</li>

<li>Marketing de parceria - trabalha em conjunto com o fregu&ecirc;s</li>

<li>Marketing ROI (ROI)</li>

</ul>

<p>Convido a ler um postagem de 2007 escrito por Jakob Nielsen intitulado “Banner Blindness: Old and New Findings”. Desejamos acompanhar em outro estudo da Nielsen Norman Group (Auto-Forwarding Carousels and Accordions Annoy Users and Reduce Visibility) que os usu&aacute;rios n&atilde;o encontraram os dados que estavam procurando, apesar delas estarem na cota superior da p&aacute;gina. Estavam em um banner rotativo, assim sendo se movia e escondeu o assunto que estavam procurando. O mais grave por este estudo &eacute; que o objetivo do banner rotativo &eacute; conceder destaque &agrave; dado que mais importa, no entanto ele falha nesta tarefa pelo caso de encobrir sugest&otilde;es.</p>

<p>Na minha opini&atilde;o, este processo &eacute; muito adotado, em raz&atilde;o de &eacute; uma &oacute;tima muleta corporativa, em raz&atilde;o de atrav&eacute;s do atrito gerado por uma pol&iacute;tica editorial focada no usu&aacute;rio, posso escolher colocar todo o destaque que todos querem dentro da companhia. E com isso vamos pro nosso segundo ponto. Quantos websites corporativos voc&ecirc; acessou pouco tempo atr&aacute;s que mais pareciam estar interessados em discutir sobre isso si mesmos do que resolver as dificuldades dos clientes? A receita pra trazer seus compradores &eacute; simples e inversa &agrave; situa&ccedil;&atilde;o acima: voc&ecirc; tem que montar um web site para os seus fregu&ecirc;ses, n&atilde;o para ti.</p>

<p>Diversas empresas t&ecirc;m optado por uma abordagem egoc&ecirc;ntrica, mais interessadas em dizer a respeito seus produtos, suas hist&oacute;rias, suas not&iacute;cias, seus eventos, ou seja, de si mesma. Estas sugest&otilde;es, quase curriculares da organiza&ccedil;&atilde;o, podem ser primordiais pros executivos da companhia, por&eacute;m n&atilde;o &eacute; o que seus fregu&ecirc;ses est&atilde;o interessados ao fazer uma pesquisa pela internet. Na realidade, eles acessam seu website para achar uma solu&ccedil;&atilde;o, responder a uma pergunta ou oferecer o pr&oacute;ximo passo em um neg&oacute;cio com voc&ecirc;. S&oacute; que as corpora&ccedil;&otilde;es n&atilde;o vivem de share, likes, twittes, ou qualquer que possa ser o pr&oacute;ximo termo hype a ser inventado.</p>

<p>Elas vivem de vendas. Esta &eacute; a m&eacute;trica final, e salvo nos casos onde essas m&eacute;tricas estiverem no meio da jornada do teu usu&aacute;rio, elas apenas est&atilde;o descrevendo sobre a ativa&ccedil;&atilde;o de seu conte&uacute;do. Vejo esse defeito mais como um sintoma da inexist&ecirc;ncia de sintonia entre marketing e vendas. A empresa ser&aacute; capaz de observar a jornada do fregu&ecirc;s como um recurso &uacute;nico e mensurar as KPIs que realmente importam, apenas se as metas e objetivos estiverem compartilhadas.</p>

<p>Negligenciar o acesso mobile &eacute; qualquer coisa muito comum principalmente no mercado B2B. Uma falsa cren&ccedil;a de que o “Meu p&uacute;blico est&aacute; na organiza&ccedil;&atilde;o, ele vai acessar de um computador” est&aacute; no inconsciente coletivo de muitos gestores. H&aacute; de se julgar, ainda, que o pr&oacute;prio Google considera relevante o acesso mobile em seu site de buscas. Quais S&atilde;o Os Pre&ccedil;os Da Concorr&ecirc;ncia? de 2015, o Site do Google pra Webmasters anunciou uma atualiza&ccedil;&atilde;o no algoritmo para buscas feitas por dispositivos m&oacute;veis, priorizando blogs que est&atilde;o preparados pra telas dos celulares. A data dessa atualiza&ccedil;&atilde;o foi batizada como “Mobilegeddon”.</p>

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